Abracrim foi representada em solenidade na Suprema Corte de Cassação da França, em Paris
A Associação Brasileira dos Advogados Criminalistas (Abracrim) foi representada em Paris, na França, pelo advogado Evaldo Luís Moreno Silva e pela bacharela em Direito Vitória Buba Moreno Silva, durante a solenidade de posse do juiz Gildas Barbier na Suprema Corte de Cassação da França (Cour de Cassation), realizada no último dia 18 de setembro de 2026.
Evaldo Luís Moreno Silva representou a Abracrim Nacional, enquanto Vitória Buba Moreno Silva representou a Comissão Nacional dos Acadêmicos de Direito e Estágio Profissional da entidade.
A presença dos representantes brasileiros na cerimônia prestigiou uma ocasião relevante para a Justiça francesa e proporcionou uma oportunidade de aproximação com a tradição jurídica daquele país, contribuindo para o fortalecimento dos vínculos de fraternidade, intercâmbio e cooperação entre as instituições jurídicas brasileiras e francesas.
“Para mim, como advogado, e para a Vitória Buba Moreno Silva, no início de sua trajetória jurídica, é uma distinção imensa participar de um ato tão relevante para a Justiça Francesa e internacional. É também uma oportunidade única de vivenciar de perto a tradição do Direito francês”, destacou Evaldo.
Carta de Direitos Fundamentais de 2026
Durante a visita, Evaldo e Vitória entregaram ao novo juiz da Suprema Corte de Cassação da França, Gildas Barbier, a Carta de Direitos Fundamentais de 2026 da Abracrim.
A iniciativa buscou apresentar à instituição francesa um documento da entidade brasileira, levando ao contexto internacional a atuação da Abracrim em defesa dos direitos fundamentais e das garantias jurídicas. Ao designar os representantes, a entidade registrou seu reconhecimento pela missão confiada a ambos, ressaltando a importância de representar a advocacia brasileira e a comunidade acadêmica do Direito em uma ocasião de dimensão internacional.
A participação em Paris integra esse esforço de aproximação institucional e de valorização do diálogo entre profissionais do Direito, estudantes e instituições de Justiça de diferentes países.

Segue a Carta de Direitos Fundamentais de 2026 entregue em Paris