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Abracrim participou de reunião na OAB-PB sobre mudanças nas competências do Judiciário paraibano

A Associação Brasileira dos Advogados Criminalistas (Abracrim) participou, na tarde desta segunda-feira (19), de reunião promovida pela Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Paraíba (OAB-PB), que debateu as alterações aprovadas pelo Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) nas competências do Judiciário estadual.

A Abracrim esteve representada por seu presidente nacional, Sheyner Asfóra, no encontro que foi conduzido pelo presidente da OAB-PB, Harrison Targino, e contou com a presença de diretores da seccional, presidentes de subseções, conselheiros federais e estaduais, além de do presidente da Caixa de Assistência dos Advogados (CAA-PB), Rodrigo Farias; e do presidente do Centro de Estudos das Sociedades de Advogados (CESA), Daniel Sebadelhe.

Durante a reunião, a OAB-PB e as entidades participantes manifestaram posicionamento contrário às mudanças impostas pelo TJPB, destacando que as alterações podem dificultar o acesso à Justiça e comprometer a celeridade processual, com impactos diretos para a sociedade paraibana. Também foi deliberada a criação de uma comissão para dialogar com o Tribunal de Justiça, apresentando as queixas da advocacia e sugestões de adequações às resoluções aprovadas.

O presidente nacional da Abracrim, Sheyner Asfóra, parabenizou o presidente da OAB/PB, Harrison Targino, pela iniciativa da reunião e das ações na defesa da advocacia paraibana e destacou, de forma reflexiva, a necessidade de um estudo mais aprofundado sobre os impactos das resoluções aprovadas e de um monitoramento constante das alterações promovidas pelo TJPB. “As mudanças aprovadas pelo Poder Judiciário da Paraíba, por se tratarem de modificações estruturais do sistema de Justiça, impactam o exercício da advocacia e o cotidiano dos jurisdicionados e, portanto, precisam ser debatidas com todos os atores da Justiça e com a sociedade”, ressaltou.

A participação da Abracrim reforça o compromisso institucional da entidade com a defesa das prerrogativas da advocacia criminal e com o acompanhamento crítico de reformas estruturais no sistema de Justiça, sempre em diálogo com as demais instituições representativas da classe e em atenção aos interesses da sociedade.

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